Diga ao primeiro que passa que eu sou da cachaça mais do que do amor_fica, Chico Buarque

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como galáxias no café da manhã, amor

estou cansada de falar de mim mesma. De inventar dores, amores, rancores. Tudo ao redor parece grande demais e o vento não sopra como antes. Quero dançar com Plutão darling, mesmo que ele não seja mais planeta. Sinto que também não sou mais gente há muito tempo. Talvez nós formemos um belo…

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Isso não é um texto. É um desabafo. Já se passaram mais de 6 anos. Todos me perguntam a mesma coisa “Porque você se tortura com isso? Porque lembra tanto disso, porque sofra à toa?” Sim, eu me torturo lembrando do passado. Eu lembro exatamente todos os dias. Eu sofro pensando nisso, porque assim eu sei que tudo foi real. Que nada disso foi ilusão, foi coisa da minha cabeça. Eu a conheci por amigos próximos, pelas redes sociais. Foi num Sábado. Eu, 11 anos. Ela, 15. Eu mal tinha saído das fraldas. Ela, uma adolescente mal compreendida. 1.915,0 km no meio de nós. Conversamos o dia inteiro, com direito a muita risada, com amizade surgindo. Passamos a nos falar todos os dias. Ao passar dos meses, ficamos amigos inseparáveis. Eu contava tudo para ela, e vice-versa. Ela me contava sobre sua mãe (uma psicologa) problemática, sobre seu ex agressivo, seu colégio e suas amigas falsas. Eu, lia tudo, e tentava entender, por mais que não conseguisse. Nunca fui de falar muito, muito menos de contar meus problemas, minhas dores internas. Ela vivia dizendo que eu era um grande palhaço, que eu tinha mais maturidade que muita gente que ela conhecia. E eu.. Bom, eu a amava mais que tudo na face desta Terra. À cada dia, a vontade de vê-la aumentava mais. Mas, para aonde eu iria com 11 anos? Com que dinheiro? Ela também não poderia vim, só tinha 15. E mesmo assim, todos os dias fazíamos nossas promessas de um dia nos vermos, de um dia cada um iria para a casa do outro. Eu matava as duas últimas aulas da manhã para falar com ela, que estudava à tarde (resultado: perdi de ano) e só ficava online de manhã. Todos os dias ela chegava atrasada no colégio, pois ficava me esperando. Em toda essa loucura, se passou 1 ano. E, coincidência ou não, nós fazíamos aniversário no mesmo mês. E assim se foram 12 e 16 anos. Eu ainda nem beijava na boca e ela já estava com o segundo namorado. Eu o conheci também. Era um completo idiota. Um babaca, de verdade. Mas ela o amava. Então eu apoiei. Quando eles terminaram, foi atrás de mim que ela veio para chorar. E foi então que eu percebi que, não me importaria quanto tempo passasse, ou o que acontecesse, eu sempre cuidaria dela. Ajudei em suas crises, seus choros e fiz de tudo para ajudá-la. Depois de um tempo, ela ficou bem. E era extremamente bom para mim vê-la bem. Mesmo por uma tela de computador, por uma foto, por uma webcam. Ela me fazia bem. Aos poucos, conheci os amigos dela e ela também conheceu os meus. Aos 12 anos, eu tinha péssimos amigos. Crianças, assim como eu. Mas ela não ligou. Achou tudo bonitinho. Até, que um dia, tivemos nossa primeira briga. Uma bobagem, uma opinião que não era igual. Do mesmo jeito, nos afastamos. Uma semana depois, eu a procurei. Contei que tinha chorado, que a queria de volta, que era a melhor amiga que eu poderia ter. E ela voltou. 2 anos de amizade. No próximo ano, 13 e 17. Eu comprei meu primeiro celular e pedi o número dela. Ela tinha uma operadora, eu outra. Precisava colocar créditos todo dia e eu não a escutava nem por 5 minutos. Mas só de ouvir sua voz pelo menos por um segundo, eu já era a pessoas mais feliz do mundo. Ligava todos os dias, mesmo sem obrigação. Essa sempre na mesma hora, na hora em que ela ia pro ponto de ônibus antes de ir pro colégio. Sempre tive vergonha de falar com qualquer pessoas pelo celular, mas com ela era tão natural, tão normal. 3 anos de amizade. agora, 14 e 18. Começamos a brigar sem parar. Pelo seu novo namorado, pela minha primeira namorada, pelo ciúme não assumido, pela distância, pela falta de entendimento. 1 mês, 2 sem nos falar. Eu não ia atrás, ela não também não vinha. A última vez que nos falamos naquele ano, ela disse que ficaria sem internet. Quando eu ligava, dizia que o celular estava sempre desligado. Não tivemos contato naquele ano. 4 anos de amizade, 15 e 19. Ela apareceu numa sexta-feira, num dia de Janeiro. Me falou que sentia muito minha falta e que faria de tudo para voltar a ser o que eramos antes. mas não voltamos. Brigávamos sem parar, como antes. Ela sumiu outra vez. Voltou num dia de Fevereiro. Me pediu perdão por ser tão idiota e estragar nossa amizade. Eu aceitei, morria de saudade dela. Então ela disse que estava na casa da prima e que demoraria de entrar de novo. Me fez um pedido. Que, não importasse o que acontecesse, eu nunca esquecesse a data de aniversário dela. E eu prometi, era uma coisa boba. E então ela disse “tchau, eu te amo demais, sempre te amei. Aonde eu estiver, sempre cuida sempre.” E eu achei bastante estranho, ela nunca falou isso pra mim. E ai eu disse “Deixa, disso, eu sei que você vai voltar e cuidar de mim.” E ela disse que sim, voltaria. Se passou 1 ano. Ela não voltou. No segundo ano, eu comecei a procurar ela. Procurei seus ex namorados, seus amigos. Pedi seu número, mas ninguém tinha, ninguém sabia por onde ela andava. Continuei a procurar. Coloquei suas fotos antigas que eu tinha nas redes sociais, pedi para que se alguém conhecesse, me falasse. Ninguém conhecia. Parecia que ela só tinha existido para mim, que eu era o único no mundo que teria conhecido a Beatriz. No começo desse ano, fez 3 anos que eu estava procurando ela. E eu achei, alguém que jamais pensei em procurar. A mãe dela. Como eu disse, ela era psicologa e por um acaso, um tio meu se consultou com ela. Foi tudo tão surreal, tão incrível. Claro, perguntei pela filha dela. E ai, veio o choque. Ela me contou que há exatamente 3 anos atrás, a filha dela tinha se matado. Não acreditei. Não na hora. Não poderia ser verdade. Mas foi. Ela estava depressiva, e não me contou. Mas como contaria, se não estávamos nos falando? Se, por besteira, eu deixei ela ir embora? Se, por besteira, eu nunca disse o quanto eu a amava? Se, por besteira, eu não ajudei ela? Eu a perdi. Eu poderia ter feito milhões de coisas, eu poderia ter ajudado, mas não fiz. Eu a perdi. A gente nunca chegou a se ver. Nunca fui na casa dela. Ela nunca veio na minha. Eu não sei aonde ela está enterrada. Nunca, nem por um momento, eu irei rever o sorriso dela. Ela prometeu que voltaria. E não voltou. Hoje eu sei, que na verdade, ela nunca foi. Em algum lugar, ou em todos, ela olha por mim. Eu nunca fui apaixonado por ela. Nunca, em momento algum. Mas, ela foi o amor da minha vida. Ela sempre será uma ferida que nunca vai cicatrizar. Eu ainda ligo para o celular dela. Era uma forma de saber que ela ainda vivia em mim, que ainda existia no mundo. E antes, dava que o número existia. hoje, uma mulher atendeu. Colocaram o número dela outra vez na ativa. E eu fiquei puto com isso, porque ninguém no mundo é digno de ter o número dela. Ninguém no mundo será como ela. Ninguém no mundo vai ocupar o lugar dela, dentro de mim. E o mundo em si, nunca mais será a mesma coisa sem ela.

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Por que que me custa tanto dizer para você sair da minha vida? Será que ainda te amo? Será que ainda te quero? Eu nunca vou saber as respostas. Você foi o meu grande amor, mas você fica melhor sem mim. Eu posso chorar agora, mas um dia está tristeza vai embora e vai me trazer a felicidade, e é isso que eu espero para você; que sejas feliz sem mim.
Amar só serve para machucar.   (via sentimentalizou)
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http://oxigenio-dapalavra.tumblr.com/post/87028835301/ter-borboletas-nas-maos-e-saber-conduzir

Ter borboletas nas mãos é saber conduzir sensibilidade e deixar que o vento sopre leveza. É fechar os olhos e sentir que as pálpebras descansam o piscar e o olhar. É sentir o pé se esquivar e acontecer uma inversão de queda, voo. Pelas asas das borboletas, que de tão leve, se desmancham com…

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Há pessoas que nascem para serem sós a vida inteira. Eu, por exemplo. Frequentemente me assusto, pensando que a vida vai acabar sem que eu encontre um grande amor ou uma grande amizade, ou mesmo uma grande vocação que justifique esse isolamento. O que eu queria era alguém que me recolhesse como um menino desorientado numa noite de tempestade, me colocasse numa cama quente e fofa, me desse um chá de laranjeira e me contasse uma história. Uma história longa sobre um menino só e triste que achou, uma vez, durante uma noite de tempestade, alguém que cuidasse dele. Mas gosto, gosto das pessoas. Não sei me comunicar com elas, mas gosto de vê-las, de estar a seu lado, saber suas tristezas, suas esperas, suas vidas.
Caio Fernando Abreu.  (via nevaradas)
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theme por: romanceais